domingo, 22 de janeiro de 2012

Amores, cores, desejos, saudades, beijos e flores.

São amores em mares
Em saudades de flores
De cores em desejos
En beijos, amores.

Em mares de desejos
De cores, amores
Em beijos de saudades
De flores, amores.

São beijos de saudades
Em mares de amores
De desejos em flores
Em cores, amores.

Em flores de amores
De desejos em cores
Em mares de saudades
De beijos, amores.

Em desejos de amores
De mares em cores
Em flores de beijos
De saudades, amores.

De saudades em flores
Em beijos de amores
De desejos em cores
Em mares de amores.


E seilá, foi na madrugada de sábado... e hoje, domingo acaba.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Ando sentindo falta de soltar a imaginação em palavras sem ordem...
Porque soltar o sentimento do coração em todo e qualquer tipo de palavras tem sido minha maior prática.
Aí acaba não sobrando ou fica desnecessário, e perde a privacidade única e mágica, passar ‘pro papel’;
É, ultimamente o que vem do coração tem uma direção certa, tem um ouvinte certo...
Mas não deixo de pensar um milhão de coisas pra colocar por aqui, no caderno ou em qualquer outro papel, só não se tem tempo pra isso.
E confesso, estou aqui porque me abandonaram e eu ficarei só uma semana... é, uma semana...
Tudo isso soou meio egoísta, mas é assim mesmo né? Eu sei que você também seria assim se tivesse alguém ao seu lado, ou é assim com alguém ao seu lado. É inevitável. Eu não esqueço das pessoas, mas tem gente que não facilita, sei lá. Ando meio sem paciência, aliás, acho que sempre fui assim, tenho lá meus altos e baixos com minha paciência e definitivamente ela não está lá em cima por esses tempos, viu?
Não é legal pensar assim, ou é e eu é que tenho tendência a me sentir culpada por tudo, eu só não estou deixando a culpa tomar conta de mim agora.
E uau, não era nada disso que eu ia escrever por aqui hoje, não quero falar de coisas ruins, estava pensando em uma coisa pra escrever, uma história aleatória que comecei a escrever há um tempãozão e veio em minha cabeça e aí eu vim pra escrever por aqui e segui um caminho diferente, não quero falar de mim e dessas coisas todas, já disse que tem um alguém pra me ouvir e sei lá também...
Aí já nem sei se conseguirei escrever mais... mas vou tentar, depois eu volto.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

'Acordei com o seu gosto e a lembrança do seu rosto; Porque você se fez tão linda?'

'Por favor, espere a sua vez, certamente ela virá!
(...)
Nessas horas, eu me lembro, com saudades de você, dos amigos que eu ainda não fiz e de tudo que ainda há;
Tô fazendo a minha história e sei que posso contar com essa fé que ainda me faz otimista até demais!'

Um pouquinho de Biquíni e um pouquinho de Jota Quest, só pra constar o quanto foi foda ver esse dois shows, um dia após o outro ainda, maravilha! E pra falar do que eu já havia falado, do que estava me matando de ansiedade, O dia 24/07/2011!
Final de semana LINDO que superou minhas expectativas, presente LINDO que eu não sei nem o que dizer... só isso que eu queria falar mesmo, deixa tudo na minha memória particular mesmo!

Não sei o porquê desse post também, mas seilá, me deu vontade de postar desse jeito, tipo agenda virtual mesmo e é isso ai, to boba e feliz demais com isso pra escrever outra coisa qualquer...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Oscar Wilde


Tem gente que sabe do que eu estou falando.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ah...
Só quero aproveitar a Lua cheia.
Quero estar com ele, com a lua e com o mar. Fazer planos pro futuro, fazer planos pro próximo dia em que nos encontraremos ou conversar sobre o passado, o passado distante e o passado próximo.
Estar prestes a fazer um ano de namoro me deixa assim, sem conseguir pensar em outra coisa, mais romântica impossível...
Me deixa ser 'tola' agora, me deixa com meu 'romantismo barato', com meu coração momentaneamente transbordando só amor, não quero que as feridas sejam abertas agora, não quero.
É, seilá, ando meio assim mesmo nãoquerendoascoisas, sabe? Mas é que... ah, meu coração não quer mais chorar por isso, ele está cansado dessa história e bom, não era pra isso acontecer, não era pro meu coração se cansar.
Mas não se preocupa, aliás, eu não me preocupo, ele vai respirar agora, sem culpa, com muito amor e depois esse cansaço passa. E não me venha com algo como 'tarde demais', porque se mesmo daqui há dez anos for tarde demais pra você, então que não haja mais nada, nem cedo, nem tarde, que não haja. 'Tarde demais' é pra pequenas coisas, e de pequeno, já basta meu tamanho.
Mas ah...
Eu quero esse momento, a lua cheia, o mar e ele comigo e a nossa comemoração de um ano e o nosso amor, a nossa paz; A lua cheia e o mar são pequenos grandes detalhes, eu quero mesmo ele comigo, nossa paz, nosso amor e nosso orgulho desse primeiro ano, é só o primeiro...

Seilá, um desabafo na madrugada após mais de uma hora com uma ótima conversa ao telefone, nada mais do que isso.
E bom, estou tonta agora, então as palavras ficam assim mesmo, não sei se faz sentido, mas que assim seja.

sábado, 9 de julho de 2011

Ela pertence à espécie de mulheres que possuem um só amor em toda a sua vida. Ou amam de verdade apenas uma vez. Seria espécie de mulheres ou a maioria assim o é, mesmo sem o saber?
Também há homens de eterno amor, embora o machismo e as deformações de sua cultura e comportamento nem sempre os convença de tal. Ou não convença a maioria. Ou será que o fato de serem colocadores de semente por determinismo biológico os leva a não prestar a devida atenção à sua destinação para o amor?
No meio da conversa ela diz, de repente, que só gostou de verdade de um homem e eis que vai buscar lá entre papéis amassados, daqueles que esturricam o couro das carteiras, não um mas três retratos dele, que espalha, qual cartas de baralho, sobre a mesa do restaurante. E fala dele com a mistura de ternura e tristeza que assaltam as mulheres que não lograram viver com o seu amor, casar-se com ele, ter seus filhos, viver em função dele e dela, unidos, pois esta é a verdadeira vontade e destinação da mulher: viver ao lado do verdadeiro amor.
Sim, elas vivem de modo proibido se necessário, casam-se com outro, têm filhos, os amam fundamente, mas a verdade de seu ser é a do amor verdadeiro, até porque mulher vive para amar e por amor, o resto se ajeita. Podem até deixar seu amor dormitar por anos e parecer serenado. Volta, porém a qualquer apelo ou menção do nome dele, encontro fortuito na rua com um conhecido dos tempos do namoro ou da relação.
Como são comoventes e lindas na sua integralidade bíblica as mulheres quando expressam para os demais ou para si mesmas, o amor de suas vidas ou quando consultam, escondido, os retratos guardados, recortes, flores secas, a memória úmida das restantes lembranças em momentos de silêncio e solidão!
Abençoados sejam, porque são, os homens e as mulheres que na passagem por esta vida receberam um dia de alguém, ou deram, um amor único, original e definitivo. Abençoados sejam e para todo o sempre. Como o amor que existe apesar de todas as ternas e dolorosas circunstâncias que não impedem a sua verdade mas em muitos casos esmagam a sua plena realização.
Artur Távola

Sempre gostei de texto e bom, é muito verdade isso, pelo menos ao meu ver; e que assim seja.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

eu gosto de ser assim... romântica.

"O mal todo do romantismo é a confusão entre o que nos é preciso e o que desejamos. Todos nós precisamos das coisas indispensáveis à vida, à sua conservação e ao seu continuamento; todos nós desejamos uma vida mais perfeita, uma felicidade completa, a realidade dos nossos sonhos (…)
É humano querer o que nos é preciso, e é humano desejar o que não nos é preciso, mas é para nós desejável. O que é doença é desejar com igual intensidade o que é preciso e o que é desejável, e sofrer por não ser perfeito como se sofresse por não ter pão. O mal romântico é este: é querer a lua como se houvesse maneira de obtê-la."
Livro do Desassossego por Bernardo Soares. Vol.II. Fernando Pessoa.

É, eu gosto de ser assim, romântica... gosto de falar de amor, gosto de falar da lua, aliás, sou chata falando de amor e falando da lua; gosto de ler coisas românticas, gosto de ver clipes/filmes/vídeos românticos; gosto de flores, de poemas, de declarações, de canções de amor, de cartas de amor, gosto dessas coisas bregas; gosto de pensar em casar, em ter filho, na festa de casamento, gosto de comemorar o aniversário de namoro, eu gosto de ser assim... romântica!
Já me encantei por aquele que escrevia poemas e textos incríveis, era quase um Vinicius de Moraes, já me encantei por quem gostava das mesmas músicas que eu e falava de um jeito diferente de todos, mas sempre amei aquele que não gosta de escrever poemas, aquele que não lê Vinicius de Moraes e não ouve Legião Urbana, nem Cazuza, aquele que não é tão romântico quanto eu, mas eu o amo e não preciso de um romantismo a mais na minha vida, eu gosto é de ser assim... romântica; não preciso de um alguém romântico comigo, basta não querer que eu seja diferente, basta admirar a lua comigo, basta ler minhas declarações de amor, basta ser como tem sido, com os pequenos detalhes, eu me encanto com os pequenos detalhes, pequenos que se transformam em grandes detalhes, gosto das mensagens inesperadas, dos beijos na testa ou na mão em publico, no meio de uma conversa com amigos, gosto do apelido carinhoso que quase transformou em um codinome, é dito em qualquer lugar, a qualquer hora... ah...
Não gosto é de ter alguém perto de mim que negue algum tipo de amor, se não teve sorte com o amor romântico, por favor, não desacredite no amor, não existe só essa forma de amor, entenda isso e pare de negar o amor, que coisa mais vazia, mais medíocre... eu gosto de ter alguém que se apaixona! Se apaixona pelo pai, pela mãe, pelo filho, pelo amigo, pelo irmão, pela irmã, por ele, por ela, pelo livro, pelo poema, pela música, ah! Aqueles que se apaixonam pela música... Pelo trabalho, pelo o que aprendeu, pelo o que faz, gosto de quem fala sobre algo de uma forma apaixonada, de quem se apaixona pela vida! É isso, gosto de quem se deixa apaixonar. Permita-se.... apenas isso, per-mi-ta – se.
Eu sou chata de tão romântica, mas eu gosto de ser assim... romântica! E não desejo que todos ao meu redor sejam assim... românticos.
Eu queria mesmo era que todos acreditassem no amor, em todas as formas de amor, e não negassem o sentimento mais gostoso e bonito e maravilhoso e inexplicável e e e e... O melhor sentimento!

É isso, só queria que todos acreditassem no AMOR, é querer muito?